O jornal impresso há muito agoniza com o surgimento da internet e a oferta abundante de informações de fácil acesso e sem custo. Por isso não é surpresa a notícia veiculada pela revista Meio e Mensagem Online que informa queda na circulação dos 20 maiores jornais diários brasileiros em 2009. A seguir transcrição da notícia e estarei sempre noticiando informações sobre as novas tendências do jornalismo na Cibercultura. É evidente que muitas coisas já mudaram e continuarão a mudar. O que se tem como certo é que as empresas jornalísticas tem um custo para disponibilizar notícias de credibilidade e o fato dessas informações poderem ser “copiadas” sem custo, como eu mesma fiz agora, certamente terá que ser levado em conta. Ou é apenas uma troca de plataformas de comunicação? Como custear essas informações?

Breve voltarei a fazer algumas observações sobre as pequisas e tendências sobre os jornais diários impressos e sua “evolução”…

(Meio & Mensagem, 01) 1. Caiu 6,9% a circulação somada dos 20 maiores jornais diários brasileiros em 2009. Onze títulos viram seus números encolherem durante 2009. Os dois que mais caíram foram os do Grupo O Dia, do Rio de Janeiro: O Dia (-31,7%) e Meia Hora (-19,8%). Também tiveram quedas Diário de S. Paulo (-18,6%), Jornal da Tarde (-17,6%), Extra (-13,7%), O Estado de S. Paulo (-13,5%), Diário Gaúcho (-12%), O Globo (-8,6%), Folha de S. Paulo (-5%), Super Notícia (-4,5) e Estado de Minas (-2%).

2. A liderança continua com a Folha de S. Paulo (média diária incluindo domingo, de 295 mil exemplares), seguida por Super Notícia (289 mil), O Globo (257 mil) e Extra (248 mil). Em quinto lugar está O Estado de S. Paulo (213 mil), à frente do Meia Hora (186 mil) e dos gaúchos Zero Hora (183 mil), Correio do Povo (155 mil) e Diário Gaúcho (147 mil). O top 10 se completa com o Lance (125 mil).

3. Apenas seis conseguiram melhorar seus desempenhos de acordo com dados do Instituto Verificador de Circulação (IVC). São eles: Daqui (31%), Expresso da Informação (15,7%), Lance (10%), Correio Braziliense (6,7%), Agora São Paulo (4,8%) e Zero Hora (2%). Mantiveram-se estáveis: Correio do Povo, A Tribuna e Valor Econômico, que encerraram o ano passado com circulações bem próximas às do fechamento de 2008.

Fonte da informação aqui

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