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Código de Ética do Jornalismo: ainda podemos contar com ele?

21/07/2016

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eticaAs últimas notícias sobre jornalismo que tenho recebido no facebook tratam sobre o próprio jornalismo. Tem repercutido  entre as mídias alternativas no facebook a fraude estatística praticada pela Folha de São Paulo utilizando dados estatísticos do Datafolha. O autor do artigo denúncia é o The Intercept. Lançado em 2014 por Glenn Greenwald, Laura Poitras e Jeremy Scahill, é um site jornalístico dedicado a produzir informação, segundo eles, sem medo, e para ir de encontro ao jornalismo contraditório.

A matéria em questão mostra a abordagem deturpada da Folha de São Paulo, em conivência com o Datafolha sobre a opinião dos brasileiros a respeito do presidente interino Michel Temer. A matéria tem o título “Folha comete fraude jornalística com pesquisa manipulada visando alavancar Temer” e trata nada mais, ou menos, sobre a falta de ética da referida e “conceituada”  empresa jornalística. A reportagem manipula dados estatísticos a favor de Temer e transforma uma figura impopular em popular num momento de decisão política à cerca da saída definitiva da presidente Dilma Rousseff

O Jornalismo atual foi normatizado no século XIX, e foram decretados princípios básicos como “imparcialidade”, “objetividade”, “relevância pública” (…). O Código de Ética é  auto regulatório, em geral, e elaborado pelas próprias empresas cujo objetivo é defender uma conduta desejável esperada do profissional. Enfim… tema longo e polêmico. A conduta não ética da Folha e de muitos órgãos de imprensa têm repercutido como nunca antes, fruto de mudanças nas interações em tempos de mídias digitais, pois o Campo perde a quase exclusividade da mediação das notícias, que agora circulam de forma mais horizontal através das redes sociais e internet.

O jornalismo está reinventando suas práticas e apesar da resistência da academia em lidar com fatos mais conceituais, como seus princípios, precisa tratar de forma mais enfática e sem preconceitos à cerca dos fundamentos que regem o jornalismo e são passados de geração a geração. Ao que parece os modelos conceituais elaborados no século XIX estão muito evidentes no século XXI, no sentido de se perceber que já não funcionam a contento, ou melhor, ficam mal disfarçados em suas falhas e incoerências.

 

Reportagem explica como foi feita investigação “Panamá papers”

05/05/2016

O Blog e o UOL fazem uma série de reportagens sobre a aputação da investigação jornalística Panamá PapersA apuração criou um acervo de cerca de 11,5 milhões de arquivos do escritório de advocacia panamenho Mossack Fonseca, obtidos pelo jornal alemão “Süddeutsche Zeitung” e compartilhado com o Consórcio Internacional de Jornalistas Investigativos (ICIJ, na sigla em inglês).

Estiveram envolvidos 376 jornalistas de 76 países de 109 veículos de mídia diferentes. O material está sendo analisado há cerca de 1 ano para a preparação da série. No Brasil, participaram da apuração o UOL, o jornal “O Estado de S. Paulo” e a RedeTV!.

Os dados cobrem o período que vai de 1977 até dezembro de 2015. Foram identificadas 214.488 pessoas jurídicas nos dados, entre empresas, trustes e fundações, informa a matéria do UOL.  Um levantamento do ICIJ identificou cerca de 1,7 mil beneficiários de offshores com endereços no Brasil. Detalhes de como foi feita a investigação jornalística aqui.

Facebook prepara novo aplicativo de notícias

09/11/2015

O Facebook se prepara para lançar  o “Notify”, aplicativo com conteúdo de veículos de informação como o jornal “The Instant articlesWashington Post”, a revista “Vogue” e a emissora de televisão “CBS”, segundo informações vazadas à imprensa, diz a Exame.com.

De acordo as informações,  o Facebook ainda não se pronunciou, o Notify incluirá conteúdo de veículos de informação impressos, digitais e empresas que produzem vídeos, como o canal a cabo americano Comedy Central. Entre os parceiros estariam também os sites Mashable e Billboard.

Estas informações surgiram após a rede social divulgar, nesta semana, que mais de 894 milhões, dos cerca de 1 bilhão de usuários que acessam diariamente a rede, utilizam o celular para se conectar, sendo então o principal meio de acesso.

O celular vem ganhando protagonismo cada vez maior na distribuição de notícias, mesmo que os veículos de comunicação ainda não tenham sido capazes de atrair volumes significativos de publicidade através desse tipo de dispositivo, informa a agência de notícias EFE.

Aos interessados em notícias é bom anotar que o Facebook inaugurou o Instant Articles, uma aliança entre a empresa e nove grandes veículos de comunicação, entre eles o jornal americano “The New York Times” e o britânico “The Guardian” para distribuir seus conteúdos diretamente através da rede social. O porém é que está disponível apenas para Iphones. Mas segundo a empresa logo será desenvolvido para Andróides.

Os parceiros do Facebook na iniciativa têm a opção de incluir publicidade em seus artigos e manter o faturamento ou permitir que o Facebook venda os anúncios e fique com 30% do valor arrecadado.

Novos formatos de negócio para o jornalismo. Contudo é preciso entendê-lo bem para poder ser rentável também para as empresas jornalística.

Livros digitais sobre mediatização

15/05/2015

O Centro de Investigação em Mediações CIM (Centro de Investigação em mediações) do Instituto de Pesquisa do Ministério da Investigação e da Escola de Pós-Graduação de Ciência Política e Relações Internacionais da Universidade Nacional de Rosario, Argentina, disponibiliza livros para dawnload sobre comunicação. Títulos em vários temas sobre midiatização. 

http://www.cim.unr.edu.ar/publicaciones/1/libros 

The little-known body language secrets of successful people

20/04/2015
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Ótimas dicas de como se posicionar em uma conversa, apresentação, etc.

Quartz

This post originally appeared at LinkedIn. Follow the author here.

Our bodies have a language of their own, and their words aren’t always kind. Your body language has likely become an integral part of who you are, to the point where you might not even think about it.

If that’s the case, it’s time to start, because you could be sabotaging your career.

TalentSmart has tested more than a million people, and found that the upper echelons of top performance are filled with people who are high in emotional intelligence (90% of top performers, to be exact). These people know the power that unspoken signals have in communication and they monitor their own body language accordingly.

What follows are the 15 most common body language blunders that people make, and emotionally intelligent people are careful to avoid.

1. Slouching…

…is a sign of disrespect. It communicates that you’re bored…

Ver o post original 864 mais palavras

Informações sobre mídias sociais e internet

30/03/2015

Redes_sociais1

Confira aqui  onde conseguir dados e relatórios sobre mídias sociais e internet no Brasil.  As dicas são do especialista em mídias digitais Tarcízio Silva.

Como será o futuro da distribuição de notícia hiperpersonalizada | IJNet

16/03/2015

Por ijnet (Rede de Jornalistas internacionais)

Como será o futuro da distribuição de notícia hiperpersonalizada | IJNet.

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